Saude

15/07/2016Doce Veneno!

Tão importante na história do Brasil e responsável por adoçar sucos, o cafezinho e fazer receitas deliciosas, o açúcar é item muito utilizado na nossa cozinha.

Porém, o açúcar torna qualquer problema de saúde pior, é inflamatório, vicia 8 vezes mais do que a cocaína e deve ser consumido com cautela ou evitado.

Seu uso excessivo pode causar doenças coronárias,  diabetes tipo  , problemas neurológicos, doença renal crônica,  problemas de aprendizagem  e síndrome metabólica,  e seu uso está associado a doença hepática gordurosa não alcoólica. 

A esteatose e a esteato-hepatite não alcoólicas são consideradas como fases de um amplo espectro da doença hepática gordurosa não alcoólica.

Sua matéria-prima é a cana, que é moída para extrair seu caldo. Esse caldo é aquecido a 105°C e é filtrado, começando, assim, o processo de purificação do açúcar. Uma vez que o caldo é evaporado, se transforma em um xarope que segue para o cozimento, até o aparecimento dos cristais de açúcar. Após esse processo, seguem-se mais algumas etapas de purificação e refinamento químicos que irão fabricar os diferentes tipos de açúcares disponíveis no mercado. Quer descobrir a diferença entre eles?

 

 

- Açúcar refinado: em seu processo de refinamento, aditivos químicos como o enxofre deixam o produto bem branco e saboroso. Esse processo, porém, retira praticamente todas as vitaminas e minerais do açúcar, que se torna um produto de calorias vazias, ou seja, sem nutrientes.

 

 

- Açúcar cristal: é aquele açúcar que apresenta cristais maiores, um pouco difíceis de serem dissolvidos na água. É muito usado em receitas de doces. Depois do cozimento, os cristais passam por um processo de refinamento mais brando que aquele sofrido pelo refinado. Ainda assim, 90% dos nutrientes são perdidos.

 

 

- Light: combinação do açúcar refinado com adoçantes como aspartame e ciclamato, que aumentam o poder de adoçar. Consumir açúcar light significa ingerir menos calorias, pois 2 g de açúcar light equivalem a 6 g de açúcar comum. Pior alternativa de todas, devido ŕ presença desses 3 venenos: açúcar refinado, aspartame e ciclamato. Saiba mais sobre esses adoçantes aqui.

 

 

 

- Frutose: açúcar extraído das frutas. A frutose adoça cerca de 30 vezes mais do que o açúcar comum. E segundo estudos científicos é a causa do câncer, que é a doença que mais mata nos Estados Unidos, atualmente.

 

 

- Açúcar demerara: sua aparência e sabor são similares ao açúcar cristal, porém exibe uma tonalidade dourada, ou marrom. Isso porque ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Praticamente todos os nutrientes são preservados, mantendo alto teor de cálcio, fósforo, potássio e magnésio, além de vitaminas do complexo B e C.

 

 

- Açúcar mascavo: este açúcar se forma após o resfriamento do xarope proveniente do caldo da cana e não passa por nenhum processo de refinamento. Por isso, ele possui o maior valor nutricional entre os tipos de açúcar. Seria o equivalente ao trigo ou ao arroz integral. Ele é úmido e escuro e possui um gosto marcante, próximo ŕ rapadura, o que dificulta a sua popularidade.

 

 

- Orgânico: com relação aos alimentos in-natura: difere dos demais desde o plantio, a planta jamais é transgênica, não recebe agrotóxicos e nem fertilizantes artificiais e com relação aos industrializados, podem conter até 5 % de componentes não orgânicos, por isso fique de olho nos rótulos! Sugere-se o uso açúcar mais escuro, por manter suas propriedades nutricionais.

 

Agora que você já sabe as principais diferenças entre os tipos de açúcar, que tal investir em uma opção mais saudável? É apenas uma questão de se adaptar ao sabor. Vale a pena. 

Segundo Dr. Mercola, o consumo de frutose não deve ultrapassar 25 gramas por dia (de todas as fontes, não só do açúcar de mesa, mas também frutas, alimentos industrializados...).

 

 

Um ótimo substituto do açúcar é a Stevia natural em pó (verde)

 

Adoçantes artificiais também parecem causar muitos dos mesmos efeitos a saúde associados com o consumo elevado de açúcar. Mais recentemente, um relatório publicado no jornal Trends in Endocrinology & Metabolism destacou o fato de que pessoas que bebem refrigerantes diet ou light sofrem os mesmos problemas de saúde daqueles que optam por refrigerante comum, incluindo o ganho excessivo de peso, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e derrame (AVC).

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